Categoria: Terrorismo de Estado

O “Aborto” do PAN

O PAN desde a sua criação, em jeito de tornar a esquerda mais IN, tem sido um aborto completo. Tem um líder frouxo de ideias, bom saco de boxe quando a Catarina Martins quer espirrar ou quando o Jerónimo faz piadas em privado, não interessa, são conteúdos para adultos que o líder do PAN não pode ouvir, o ressentimento geraria um voo de debandada de vacas voadoras, não queremos outra crise de vacas locas, ainda nos entram em restaurantes.

O senhor André Silva, suponho eu, animal racional, pelo menos nos limites do que eu penso ser um animal racional, escreveu uma espécie de desabafo de inconseguimento artístico com umas pitadas construção social pelo meio, passo a citar parte do artigo com o título:” Um cidadão informado não bebe leite” que os caros leitores podem ver na revista Sábado:” Se até há pouco tempo a informação que chegava aos cidadãos era quase exclusivamente ditada pelo negócio do leite veiculada pelas campanhas publicitárias e pelos ecos mediáticos, sem qualquer contraditório, nos últimos anos, com a globalização e a democratização da informação através da internet, cada vez mais pessoas têm acesso a informação técnica e científica sobre os enormes impactos no ambiente, na saúde e na vida dos animais. Consumidores mais informados, fazem opções mais conscientes.”

O senhor continua…:” sem o lucro desmedido de outros tempos e sem argumentos válidos, o Negócio do Leite em vez de interpretar e acompanhar uma sociedade em evolução, opta por atacar os consumidores que, de forma consciente, cada vez menos compram os seus produtos. “, num momento mais calmo mas ainda irracional:”  Para manter uma produção quase ininterrupta de leite, na indústria as vacas têm de ser repetidamente forçadas a emprenhar através de inseminação artificial com separação das suas crias pouco tempo após o nascimento.” 

O senhor do PAN segue, pelo texto que até podem ler mais calmamente, uma linha ideológica da lógica da batata. Se os Vegans, os “activistas”, aqueles que andam com vestimentas alternativas, factos alternativos e permutativos cada vez que abusam da Maria Joana, estão sempre a fazer a cabeça ao engenheiro civil André Silva, imagino que saiba muito de nutrição, como eu sei de engenharia, então estamos conversados. Os políticos tem assessores formados e saídos directamente das fornadas do marxismo ideológico de certas Universidades Portuguesas, o que é bom para mim é para ti, o que eu quero todos querem, se o senhor do PAN não quer consumir leite problema é dele, eu quero consumir, apetece-me, simples, se me fizer mal problema é meu, pago as contas do hospital, não espero que um javali me entre lá para dentro e pague.

Cada um sabe de si, da sua vida, o que come o que consome, o que quer traçar para si próprio, não é um político de cartilha com tendências ostracizantes das liberdades individuais de cada um que nos vai mudar a alimentação. Já que não posso comer rissóis no Hospital, o Pai Estado não deixa, nem as minhas chamuças, vou passar a trazer embrulhados e a comer na sala de espera, só falta o André do PAN remexer nos embrulhos e nas malas das senhoras para revistas se os rissóis são de carne ou vegetarianos, ou se a bebida contém conteúdo lácteo. Mário Soares mandou um policia, faz uns bons anos, “passear”, o senhor do PAN pode seguir o mesmo caminho e que tome banho com leite de burra, talvez fique mais elucidativo das suas alucinações.

Já agora, esta tabela do Observador é tremendamente interessante para o Engenheiro Cívil, parece que a conspiração do leite, esse grande malefício, é neutro em geral para a saúde. Parece que o argumento da cabala dos vampirismos do leite caiu. Oh informação, és tão má!

OBS.png
FONTE: Jornal Observador

 

Mauro Oliveira Pires.

 

 

 

 

 

 

 

 

Privatizem a RTP!

Nos últimos 6 anos a RTP recebeu praticamente 1000 Milhões de euros dos pagadores de impostos através da CAV (Contribuição para o Audiovisual), uma Taxa criada em 2003 que vem na fatura da eletricidade e que em média aumenta em 6% a conta da luz.

Este ano lá vão mais 186 Milhões de euros para a RTP roubados às pessoas e às atividades produtivas. Alguém inteligente no século XXI, com acesso a dezenas/centenas de canais privados (desde cinema, a desporto, a música, a notícias, entretenimento… Hollywood, FOX, Canal História, Discovery Channel, National Geographic, TVI 24, SIC N, MTV, etc.), com acesso a Netflixs da vida, Youtubes da internet e por aí acha que precisamos de um serviço de televisão público? Alguém no seu perfeito juízo vê de forma sensata serem roubados 186 milhões de euros para subsidiar algo que os privados (desde TV a Internet) já fazem? Ainda por cima falamos de algo com um share que deve rondar os 15% se tanto. A esmagadora maioria não vê este canal sequer.

A RTP se competisse num mercado livre, onde não tivesse subsídios e onde não tivesse o monopólio garantido pelo Estado de certos eventos que poderiam ser colocados a concurso entre privados e assim até render muito mais dinheiro aos cofres públicos (como a Eurovisão), provavelmente já nem existia. Para existir teria de se adaptar e reinventar como fazem as centenas de canais privados. Querem existir? Tenham público, receitas comerciais e donativos suficientes para se sustentarem. Isto sim seria justo.

No fim deste ano são 35 euros a cada “contribuinte” que poderiam ser poupados só nesta CAV. Talvez por ser um valor pequeno cada um de nós não dê muita importância e, assim, contas feitas no total, a maioria é explorada pela minoria em quase 185 milhões de euros num ano. Espero que um dia esta maioria com interesses dispersos se organize a sério para acabar com grupos de interesse como este que são uma pura perda económica.

Eu sei que em vários países na Europa se faz o mesmo e se paga muito mais, e daí? Lá por os outros roubarem os deles e preferirem ineficiências à coragem de lutar contra Lobbies e sindicatos não temos de fazer o mesmo. E também sei que na Constituição diz que “O Estado assegura a existência e o funcionamento de um serviço público de rádio e de televisão”, e daí? Já tivemos vários exemplos de que o que está na Constituição pode ser interpretado de várias formas. Em último caso isto é mais um motivo para mudar a Constituição (a juntar a dezenas que já existem).

Bernardo Blanco

As Peúgas do Diabo

António Costa é um caso perdido, em Moçambique os mais velhos chamar-lhe-iam Matumbo, outros naja, outros cobra, eu chamo Pândego. A normalidade democrática e institucional de um País depende da respectiva normalidade das criaturas possivelmente normais que nós tentamos eleger, ele não foi eleito e vem ao caso, mas não interessa, a usurpação de cargos é uma eleição de bígamos, é a nova era do Pernil de porco temos que nos habituar, já que a nova “direita” está num processo de ver quem está mais à esquerda temos que andar de trolha na mão para afugentar passarinhos com sapatinho chique.

Os tipos de Lisboa tem a mania de ir para o campo de sapatinho, não sei se é Prada, assim seguia mesma linha do seu anterior dono, ou se é Armani, também seguia mas não ficava bem tamanha alta costura de mobilidade social de peúga verde ao Primeiro-Ministro, mas que interessa, ele nem sabe agarrar a enxada de bom jeito, tem medo dela, vê se mesmo que foi funcionário Público a vida toda, oh Costa não foste aos cursos das novas oportunidades do teu amigo pah que malcriado, a tua falta de chá assusta as ratazanas do largo do rato.

Infelizmente, em terras de comunicação social que tem clube definido, não é preciso dizer qual é, as evidências são tantas que é só olhar para o Miguel Sousa Tavares às segundas que fala por charadas e o Professor Karamba dos domingos Mendes que está sempre a pisar caminhos presidenciais, felizmente que ninguém quer um bruxo para Presidente da República, para percebermos que estamos cercados de gente bem pensante, que sabe como resolver tudo mas não se chega à frente, meninos, tem que se assumir!

Mas eles tem funções definidas, sempre que o camarada Costa dá calinadas de altíssimo nível linguístico eles estão sempre lá, sempre para bater nas costas do menino Babush, ele não tem defeitos são só erros de percurso, ele é Deus da política e imperador do discurso oral, até surgir o Badéfice que estraga a sopa de letras do menino Costa é tudo intriga do Oposição, até se esconder atrás das saias da Constança.

26993743_10156232549861318_5357225183193449537_n.jpg

Ele, o Imperador, o Costa, o Primeiro, pode dizer tudo o que quer que a comunicação social diz que é montagem, é culpa do Passos Coelho, ups já não está, vá é culpa do Ferro Rodrigues que está de calças na mão, mas nunca é do António Charadas da Costa, ele fala do Pinhal com Pinhas, que devia ser um Pinhal com Pinhas, mas quer plantar sobreiros, finalmente Jorge Jesus pode acasalar sobreiros com Pinhais e ajudar os seus avançados com medicamentos de avançada estirpe democrática.

Força Costa! Legaliza lá de vês a Cannábis! Mete mais tabaco.

Mauro Oliveira Pires

 

A Ideologia do Ódio

Era imperioso voltar a este tema. Sobretudo depois das reacções de algumas senhoras ao meu texto sobre assédio sexual. A discussão instalou-se no seio de algumas leitoras que de repente atacam como se houvesse discordância sobre o essencial. Mas há dúvida que TODAS as mulheres do Mundo abominam a violência e o abuso sexual sobre as mesmas? Pelo visto, sim. E a razão é muito simples: a ideologia do ódio já chegou também aqui.

O marxismo cultural é das ideologias mais perigosas que existem pela forma como se infiltra nas sociedades sem que as pessoas alvo se dêem conta. Fracturam, segregam e criam caos com recurso ao radicalismo extremista, para criar um novo Mundo facilmente dominável e dependente. É assim com os movimentos LGBT, com a questão islâmica, com as minorias  e agora as feministas. Como se estas questões não pudessem ser resolvidas com discursos moderados e sensatos apelando à aceitação e integração sem ódios. O problema é que do lado dos radicais não há espaço para o meio termo. Para o equilíbrio. Ou é tudo ou nada. Propositadamente. E é aqui que surgem as crispações.

Quando me insurjo contra as feministas extremistas não é porque aceito o assédio sexual. Abomino o assédio em todas as suas formas, sobre todas as pessoas, sejam mulheres, homens, idosos, crianças, deficientes, mendigos ou gays. É sim, porque abomino a ligeireza de rotular tudo como assédio. Porque o assédio é uma forma criminosa de subjugação, já contemplado na nossa legislação, a que ninguém pode ficar indiferente. Mas, cuidado! Passar de uma sociedade de homem machista que oprime e desrespeita mulheres para uma sociedade feminista machista que persegue agora os homens, não é evoluir. É inverter papeis de domínio.

Não quero que no futuro meu filho seja vítima desta loucura e vê-lo um dia ser preso porque tentou seduzir sem maldade, alguém.  As fronteiras entre o galanteio e o assédio estão de tal forma ténues que o simples olhar para uma rapariga bonita que passa na rua já é condenado. Foi exactamente isso que eu vi no programa da SIC, “E se Fosse Consigo”, em que uma miúda contabilizava de forma negativa todos os homens que a observavam à sua passagem como se isso fosse algo de terrível. Mas agora o que é belo não pode ter reacção? O que andamos nós a ensinar à nova geração? A odiar? Por outro lado, que reacção teriam as senhoras se um homem desfilasse na passadeira vermelha de Hollywood com uma vestimenta que pusesse seu sexo à mostra tal como algumas atrizes? Achariam ou não, provocatório? E se todas olhassem para ele, seria assédio? E levanta logo uma outra questão muito pertinente: e se for uma mulher a olhar para outra mulher bonita à sua passagem, é assédio? A ambiguidade desta questão levanta problemas sérios porque apesar de eu ser mulher nada me garante que outra fêmea homossexual não se sinta violada pelos meus olhos. E é esta questão interpretativa do que é ou não assédio, que convém travar antes que se torne lei. 

Outra questão que não suporto ouvir é que as mulheres não violam, não agridem, nem são protagonistas de assédio sexual. É falso. Elas não só fazem isto tudo como usam o assédio para atingir fins, sejam económicos, sejam profissionais. E nisto são peritas.  Sejamos honestos. Dizem essas feministas para se justificarem que, a existirem, estas  mulheres são em número reduzido. Falso outra vez. O que a vida me mostrou é que, não há queixas de assédio sexual por parte dos homens porque eles simplesmente não o vêem como crime. Aceitam e gostam. Não entram nunca por uma esquadra adentro para se queixarem do assédio (e elas sabem disso). Daí o silêncio das estatísticas.

Mas não são os únicos neste silêncio. Em tempos fui perseguida até ao limite por uma mulher a quem me neguei dar atenção depois de uma entrevista de trabalho. Seguiram-se ameaças constantes, mensagens e telefonemas  a qualquer hora do dia e noite. Acabou por desistir. Mas ainda hoje guardo tudo no tlm por precaução. Noutro episódio, num vestiário de uma loja de roupa, fui descaradamente tocada pela modista que me apertava o vestido. Nunca mais lá voltei. Dizer-se que  o assédio é uma mera questão masculina é redutor. Desde a libertação LGBT somos todos alvos. E elas, também agem de forma patológica sobre as vítimas. E nós mulheres também nos calamos sobre o assédio feminino.

As mulheres tardam em perceber que o fenómeno do assédio sexual masculino só se combate na educação de berço. Que são ELAS que têm o poder como mães de mudar esta realidade e que se temos os homens que temos é precisamente devido à educação que receberam ou não receberam da parte delas.

Porque todo o menino que aprende a respeitar, amar e proteger as meninas, com o exemplo dos pais em casa, não se torna num predador sexual.

Cristina Miranda

Onde Estão os Hipócritas Defensores dos Direitos Humanos?

Há um silêncio ensurdecedor à volta do que se passa na Venezuela. A começar pela comunicação social, essa aliada do governo em ofuscar, omitir ou atenuar tudo o que possa beliscar quem manda agora neste país. Eles que não nos poupam com o Trump seja porque bebeu água com as duas mãos, seja por causa de uns exames médicos que fez, seja por umas calinadas linguísticas, aqui tudo é importante escrutinar TODOS OS DIAS (tudo que não seja positivo, claro) sobre esta criatura. E a Venezuela com mais de 500 mil luso-descendentes a morrer à fome, miséria, opressão, não interessa? Onde estão agora, também, os intelectuais e os políticos que tinham em Maduro uma referência política? Ficaram mudos porquê? Estes portugueses não interessam a ninguém?

A Venezuela está a ser assassinada por um louco que mata a economia apesar de ser um grande produtor de petróleo (mas que ironia), provocando escassez severa de alimentos com uma inflação de mais de 2,300%. Que mata opositores entre eles Oscar Perez. Que mata o povo por falta de assistência médica. Que mata crianças por falta de comida. Um louco fanático que para não reconhecer o fracasso das suas políticas de esquerda rejeita apoio internacional. Mas um louco com lucidez suficiente para desarmar a população e aceitar ajuda de Cuba com milícias da sua tropa de elite, as “Vespas Negras “, para oprimir movimentos populares usando qualquer método dissuasivo como tortura ou morte. Com lucidez suficiente para comprar pessoas com caixas de comida barata para assegurar votos sob coação e manter-se eternamente no poder (não sei o que isto me lembra).

Entretanto há 31 milhões de pessoas desesperadas para sobreviver à morte certa. Fugas em massa com quilómetros de fila para a Colômbia, assaltos a supermercados e armazéns de comida, apedrejamento de vacas em propriedades privadas para matar a fome, a comerem do lixo, a comerem alimento para cães com a ONU a observar, observar, observar… que é o que de melhor sabe fazer. Observar. No meio deste observatório todo, marca debates, uns atrás dos outros, e vejam só até houve lugar a elogios ao esforço da Venezuela ao introduzir uma série de medidas em linha com as que foram recomendadas por Alfred de Zayas,( especialista independente da ONU para a promoção de uma ordem internacional democrática e equitativa), para melhorar a distribuição de alimentos e medicamentos. Está-se mesmo a ver o esforço de Maduro. Até lhe sinto o suor daqui… Francamente!

A História já nos demonstrou que com loucos tem de haver uma acção drástica por parte da Comunidade Internacional para resgatar os povos da morte e não esta hipocrisia monumental do “faz de conta que não é assim tão grave”. Lembram-se do holocausto nazi? Enquanto decorria quem conseguiu escapar denunciou a chacina. Revelou os campos de concentração. Que fizeram os aliados? No imediato, nada. Só dois anos e meio depois. Porque se o tivessem feito, muitas vidas teriam sido poupadas. Factos.

Nem mesmo com as evidências todas de uma nação literalmente a morrer de fome (veja aqui) a Comunidade Internacional se mexe para acudir a esta catástrofe humanitária. Onde andam os histéricos defensores dos direitos do homem? Não andam. Sumiram.

Quem sabe se isto fosse antes um caso de pseudo assédio de artistas de Hollywood ou uma manifestação contra Trump ou alguém a manifestar-se contra a islamização da Europa, a agitação não fosse maior e aí já teria destaque no “prime time” televisivo. A toda a hora.

Quem sabe.

Cristina Miranda

A verdade é como um rato

Desta vez a foto diz tudo, é preciso acrescentar alguma coisa? Vamos a factos rápidos:

     1.É o Partido que tem os Jornais do seu lado e os aventais;

     2. É o Partido que desde 1995 governa mais tempo e no tempo do dinheiro, os outros governam em vacas voadoras magras;

    3. Partido que quer controlar o orçamento e os órgãos de decisão para proveito próprio como em qualquer País fascista.

Chamam a isto um País normal?  

Desta vez a culpa é do Passos! Versão milimétrica

Caros leitores, antes de darem gargalhadas Catarinicas vamos chamar a razão para o palco. Chegou. Vamos começar a sessão técnica de explicações a canhotos. Antes de começar a fazer um texto, todo o bom articulista, até o mais preguiçoso, tem que ir à procura de fotos piroclásticas que demonstrem as contradições de factos sem pernas, traduzindo do chinês, factos canhotos alterados à sua maneira de cata-vento(não confundir com Marcelo). Aqui no lamaçal à beira mar queimado, qualquer coisa que um político diga no passado é apagado da internet. Quantas vezes desejámos ir buscar as contradições do Toni Costa? Eles todos tem cagufa, como se diz lá na gíria do bem dizer, ou escárnio de mal dizer.

Se hoje a Grécia continua de pés e mãos atadas, tudo se deve a Tsipras. O caminho das pedras é longo, é sofrível e perde-se o som dos aplausos para se receber em troca o som do buzina do Arménio Carlos. Enquanto que uns reclamavam que Passos Coelho(lá está ele a falar do Passos..), era “frio”, “não era humano”, não falava de “futuro”, como dizia o Professor Karamba dos domingos à noite da SIC, lá o Homem tirou o País do charco e deixou um porco mealheiro, não confundir com outras espécies, para outros partirem. O preço da abnegação de Passos Coelho é hoje Portugal não estar no 15º Pacote de austeridade como a Grécia, Passos salvou nos dessa humilhação.

Mas, camaradas, não vamos deixar o véu dos comentários canhotos para trás! Vamos reavivar a memória dos mais esquecidos. Depois de andar umas 45 páginas no site de propaganda do Bloco de Esquerda, o Esquerda Net, encontrei esta pérola fofa.

mig.png
Excerto de um texto do Bloquista Miguel Guedes

Como os caros leitores podem ler de forma sucinta, as comadres antes mordiam-se de forma rabujenta, autoritária e mantinham as distâncias. Hoje, apesar do casamento ser da “onça”, lá estão eles felizes e contentes no cultivo de plantes medicinais. Reparem camaradas, segundo o Bloco o PS:” Não tinha programa“. Como é que o GRANDE BE se coliga com um Partido sem programa? Hum… Há mais camaradas! Não fujam! A razão ainda não saiu do palco.

18581202_dN2Ep
Costa antes da Canábis

E sim caros leitores, a Razão tinha IMENSA razão, o António antes da Canábis era mais sincero que o actual, não tenhamos dúvidas disso. Se o António, lá no fundo bem dos fundos, apoia o Camarada Tsipras, todos nós sabemos que sim, podemos concluir em jeito de lógica da batata que Costa não se importará de gerir o Tetra, a treta da Tetra bancarrota.

Eles todos apoiaram o amigo das Tripas!

wm.jpg
Foto Expresso

Vá lá Camaradas, não fumem! E sejam felizes.

Mauro Oliveira Pires

O Projecto de António Costa é o seu Ego

 

Em Portugal temos um problema com a liberdade, é estrutural. Não conciliamos bem a liberdade de opinião alheia com o que pensamos individualmente sobre determinado contexto da nossa vida em sociedade. Se somos simpatizantes de Partido X e não gostamos do novo líder eleito é porque estamos a dividir o Partido, se esse mesmo líder fez o mesmo ao líder anterior não interessa, é passar a borracha e seguir em frente. É isto o PSD. Um Partido que sim, coloca os interesses do País acima dos seus, Passos foi o expoente máximo, mas que não precisa de inimigos, porque já os tem lá dentro.

Somos um País tradicionalmente Socialista e estamos presos a um modelo Económico passado num contexto em que os Países de leste não estavam como estão hoje e a própria China que apresenta-se cada vez mais poderosa. Os Países de Leste fizeram reformas, flexibilizaram o mercado de trabalho, com nós o fizemos no tempo da Troika, daí a descida abrupta da taxa de desemprego, desceram impostos para as empresas e colocaram o “clima fiscal” previsível para um longo período de tempo.

Grande parte dos Países de leste hoje tem uma PIB per capita maior ou equivalente ao Português, grande parte cresce a taxas semelhantes ou superiores as nossas, mas crescem sustentadamente e com equilíbrio de longo prazo, não é foguetório da loja do chinês. Isto são reformas liberais, retirar o peso do Estado da Economia, desburocratizar o aparelho, facilitar a vida das pessoas e das empresas, deixar que cada um de nós construa o nosso caminho, cada um de nós sendo um proprietário do seu próprio destino. Foi assim que Thatcher colocou o Reino Unido na órbita do Mundo outra vez, foi assim que o Leste Europeu e os Balcãs são hoje pólos tecnológicos avançados e com Índices de Desenvolvimento Humano maiores que nós.

Tenho alguns gráficos fáceis de compreender de um País de Leste, República Checa, de como um Estado Menor e pactos de regime trazem benefícios para o País, e depois a pedalada é outra. Não nos queixemos, temos o que merecemos.

rep chec
Crescimento do PIB anual, Fonte: Trading Economics
rep chec iii
Despesa Pública em % do PIB, Fonte: Trading Economics
rep chec ii
Taxa de IRC, Fonte: Trading Economics

Fazendo um resumo breve dos três meninos aqui de cima. A República Checa tem hoje taxas de crescimento muito maiores que Portugal, se hoje discutimos o orgasmo de 2,8% eles crescem mais de 3% e a média de crescimento deles deste século é maior que 2% enquanto nós é de uns míseros 0,2%. Cortaram despesa pública em 21 anos perto de 13% do PIB, menos Estado gera mais crescimento, os recursos para se suportar o bebé chorão vão para outros sectores, libertamos a Economia do fardo. Tem uma taxa de IRC, o imposto que as empresas pagam sobre os lucros, mais baixo que a nossa que o Doutor Costa ainda por cima inverteu a descida devido à eliminação da reforma do IRC. Queremos crescer? Baixemos o IRC para baixo dos 10%, a Hungria já o fez e claro, não andemos a mexer no imposto ano sim ano não.

Portugal está sempre na linha da frente do pelotão de trás. Nem sempre foi assim, houve um tempo, mais ou menos 180 anos, que fomos respeitados, a maior potência marítima, económica e militar, não aproveitamos todo o capital acumulado para reinvestir em estruturas produtivas, mandámos embora quem tinha capital também e o resultado foi a primeira revolução industrial no Reino Unido e a ascensão dos Países Baixos. Portugal recebeu o ouro do Brasil, hoje os actuais fundos Europeus, e fez o mesmo de sempre, rico por fora pobre de espírito por dentro. Não temos estabilidade desde 1580 meus caros, tudo devido a políticos irresponsáveis e os poucos que o foram, morreram desprezados.

Se hoje continuamos na mesma armadilha socialista de sempre, surfar a onda do Banco Central Europeu, ganhando eleições com maioria absoluta para depois aplicar um pacote de reformas num cenário de crise, dizendo sempre que a culpa é da Europa e os carneiros vão atrás, para depois Costa se eternizar no poder. Chama-se a isto chico-espertismo Costista, pragmático quanto baste, perigoso como sempre. Um ser eternamente maquiavélico e com um jogo de cintura como poucos. Mas, lá está, é só isso, jogo de cintura, combate, guerra, Costa não assenta, é imprevisível, o projecto não é Portugal, é o seu Ego.

Enquanto continuamos a brincar na areia falando da lógica da batata, o Mundo move-se, a Iniciativa privada em Portugal é assaltada, odiada e vítima de um Monstro chamado Estado. Outros tornam-se competitivos, crescem e reformam. Os outros são Países, nós continuamos o Portugal dos Pequeninos, o País que se deslumbra por tudo e por nada.

Que pena.

Mauro Oliveira Pires

Eles Andam a Gozar Connosco

Se há coisa que me revolta imenso como cidadã é assistir a esta descarada falta de vergonha destes assaltantes de poder. Então como se explica que a lei SECRETA de financiamento aos partidos, vetada e bem pelo Presidente da República, depois do escândalo ter vindo a público, o PS diga descontraidamente que não vê nenhum problema na lei e por isso mantém as posições em relação à substância do diploma afirmando que volta a defender as mesmas posições? É simples: PS está falido e precisa urgentemente de cobrir a sua gestão partidária danosa e quer fazê-lo à conta dos otários de sempre: os contribuintes.

É preciso relembrar que o dito diploma vem introduzir o fim do tecto de receita de angariação de fundos  privados e ISENÇÃO TOTAL de IVA. Pior: tem efeitos retroactivos e aplica-se aos processos novos ou pendentes em julgamento.Assim, posiciona-se o PS que neste momento tem 7 acções em curso no Tribunal Administrativo e Fiscal de Lisboa onde reclama PRECISAMENTE (olha-me só a coincidência) para si a devolução do Fisco de IVA cobrado durante campanhas eleitorais! São cerca de 2 milhões de euros! Esta malta só pode estar a gozar connosco! E desde quando os partidos são entidades superiores aos cidadãos para terem este benefício?

O mais grave disto tudo é que os partidos todos recebem uma BOA subvenção pública por parte do Estado ou seja por parte de todos nós, pobres contribuintes. São cerca de 3€ por cada voto. Dirão que é a factura a pagar pela democracia. Que sem partidos não há democracia. Certo. Mas pergunto: E desde quando é que para ter democracia é preciso sustentar TANTA gente? Orgânicas tão complexas como se fossem autênticas fábricas de políticos? Quem foi que disse que com menos “pessoal”, menos encargos, menos despesas supérfluas em jantares, almoços, propagandas e passeios, a democracia sairia beliscada?

Na verdade TODOS os partidos querem que acreditemos que a gigantesca estrutura que eles criaram em volta deles faz falta ao país. Tretas! Só faz mesmo falta a eles próprios que se alimentam dela e a construíram de forma impenetrável para o comum cidadão. Onde as escolhas para o Parlamento são decididas pelo partido e não por sufrágio universal. Porque a nós cidadãos, não serve de todo. Se servisse, claramente, com tanto político intelectual nesses partidos, teríamos um país EXTRAORDINÁRIO com tudo do bom e do melhor a funcionar exemplarmente. Mas pelo contrário, vivemos numa espécie de Venezuela a caminho de uma Coreia do Norte? Podem explicar isto?

Não fosse a nossa integração na UE, e estarmos desde os anos 80 a viver à conta dos ricos da Europa e já nem uma Coreia do Norte seríamos! Seriámos uma miséria monumental europeia. Somos uns pobres mendigos  e rotos a fingir-nos ricos à conta de dívida. Muita muita dívida. Não brinquem com a nossa inteligência se faz favor.

Ao invés de leis de financiamento que aumentam regalias a partidos políticos, deviam ter a sensatez de REDUZIR e CORTAR como o fizeram aos cidadãos com o colapso recente do país. E nunca ao contrário. Mais: exigir maior controlo na gestão das contas dos partidos com mais penalizações a quem prevarica. Gerir dinheiros públicos exige responsabilidade e penas pesadas para quem não cumpre. Tal e qual como acontece com o cidadão.

Porque austeridade quando vem não pode ser sempre sobre os contribuintes para que os políticos continuem nas suas vidinhas fartas e sem sacrifícios. A isso chama-se gozar com a nossa cara e é de uma gravidade estonteante.

Já suportamos todos os anos a fio aumentos descarados de impostos a título de tudo e mais alguma coisa. Agora aumentam subvenções vitalícias a políticos e financiamento a partidos!

Mas estão a gozar ou quê?